O preto do "charleston": novela

O preto do "charleston": novela

Mário Domingues / Mar 02, 2021

O preto do charleston novela M rio Jos Domingues ou simplesmente M RIO DOMINGUES escritor de ra a negra nascido na Ilha do Pr ncipe em de Junho de e falecido em Lisboa no dia de Mar o de um dos maiores testemun

  • Title: O preto do "charleston": novela
  • Author: Mário Domingues
  • ISBN: -
  • Page: 496
  • Format: None
  • M rio Jos Domingues, ou simplesmente M RIO DOMINGUES, escritor de ra a negra nascido na Ilha do Pr ncipe em 3 de Junho de 1899 e falecido, em Lisboa, no dia 24 de Mar o de1977, um dos maiores testemunhos em como s o enormidades e parvo ces racistas as teses que defendem ser a ra a negra uma ra a de pessoas cujo grau de intelig ncia inferior ao da ra a branca.M rio DomM rio Jos Domingues, ou simplesmente M RIO DOMINGUES, escritor de ra a negra nascido na Ilha do Pr ncipe em 3 de Junho de 1899 e falecido, em Lisboa, no dia 24 de Mar o de1977, um dos maiores testemunhos em como s o enormidades e parvo ces racistas as teses que defendem ser a ra a negra uma ra a de pessoas cujo grau de intelig ncia inferior ao da ra a branca.M rio Domingues foi um multifacetado homem de letras, tendo manifestado o seu talento em diversos sectores da vida cultural em Portugal.Efectivamente, foi um dos melhores jornalistas portugueses, tendo levado a cabo reportagens memor veis em que o rep rter se metia por dentro dos assuntos, vivendo os directamente, para depois escrever sobre eles Foi assim que surgiram reportagens como Um Jornalista na Mitra , No Limoeiro , etc.A maior parte destas reportagens foi publicada no seman rio Detective de que foi um dos fundadores em 1932 e director Trabalhou tamb m como jornalista no seman rio Rep rter X , do seu amigo Reinaldo Ferreira, igualmente como ele, jornalista e escritor policial.Como historiador, a sua obra not vel Escreveu biografias das figuras mais importantes da nossa Hist ria, bem como de outros grandes vultos da Hist ria Mundial, e, n o raras vezes, introduziu elementos novos, fruto n o s da sua laboriosa consulta nas obras que lhe serviam de suporte, mas tamb m da sua extraordin ria capacidade de racioc nio l gico e anal tico, sempre presentes nos seus livros de tem tica polici ria.Como escritor de fic o, escreveu v rios romances, de que se destaca O Preto do Charleston 1930 No que diz respeito literatura juvenil, escreveu sob pelo menos pseud nimos da dupla Henry Dalton Philip Gray v rios romances.Aquando das suas famosas reportagens enquanto director do seman rio Detective , familiarizou se com os assuntos de car cter policial, e, a experi ncia ent o adquirida, ajudou o a escrever dezenas e dezenas de romances policiais sob v rios pseud nimos.A sua primeira novela policial, O Homem Sem Boca , apareceu na colec o Novela Policial , de Reinaldo Ferreira, e por condicionalismos de espa o ter ficado incompleta Anos depois, no ABC Policial n 1, do Dr Artur Varatojo, M rio Domingues d o final l gico a essa novela.Sob o seu nome escreveu unicamente um romance policial O Crime de Sintra , que foi inclu do na colec o Detective , onde ainda esteve anunciado outro romance que n o chegou a aparecer No entanto, sob pseud nimos v rios, M rio Domingues, escreveu dezenas de romances polici rios Alguns desses pseud nimos s o conhecidos j , mas h ainda imensos que continuam ainda no desconhecimento do p blico.

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      Posted by:Mário Domingues
      Published :2020-010-17T11:33:47+00:00

    About "Mário Domingues"

      • Mário Domingues

        M rio Domingues nasceu na Ilha do Pr ncipe, numa ro a denominada Infante D Henrique Contando apenas dezoito meses de idade, trouxeram no para Portugal e confiaram no a sua av paterna, que se encarregou da sua educa o Fez seus estudos em Lisboa, revelando desde muito novo voca o para as Artes e para as Letras Contrariado, enveredou pela carreira do Com rcio, chegando a ser ajudante de guarda livros e correspondente de Ingl s e de Franc s.Mas consagrava todos os seus cios ao estudo de problemas liter rios e art sticos Aos dezassete anos publicou as primeiras tentativas de fic o numa ef mera revista de estudantes de Medicina a Alba , apresentada pelo doutor J lio Dantas Aos dezanove, por m, o seu nome come ou a surgir com frequ ncia a assinar contos e cr nicas num jornal di rio de Lisboa E em breve se tornou jornalista profissional, ascendendo a Chefe de Redac o e director de alguns jornais.Como cr tico de Pintura, nos anos Vinte, distinguiu se pelo ardor com que defendeu os Modernistas, ent o desdenhados pela opini o p blica Unindo se a Fernando Pessoa, Jos Bocheko, V tor Falc o, Ant nio Ferro e outros batalhadores pela renova o da arte em Portugal, teve a coragem de proclamar o excepcional valor de proscritos como Almada Negreiros, Eduardo Viana, Ant nio Soares, Jorge Barradas e Lino Ant nio.Um dos momentos decisivos da vida de M rio Domingues ocorreu quando ele resolveu manter se unicamente com o produto dos seus livros Esta aud cia custou lhe o ter de dissimular se sob diversos pseud nimos estrangeiros, com os quais assinou mais de uma centena de romances policiais e de aventuras extraordin rias.Durou alguns anos este trabalho rduo, mas o escritor queria voar um pouco mais alto Conhecendo os homens do seu tempo, abalan ou se a descrever os de outrora, tal como os visionou no clima social, pol tico e religioso em que viveram E assim nasceu esta S rie Lus ada , que atingiu um xito invulgar para o nosso meio.Em aten o ao valor da sua obra de divulga o hist rica, dignou se o senhor Presidente da Rep blica agraci lo com o grau de Oficial da Ordem de Sant Iago da Espada, destinada a distinguir individualidades de relevo nas Ci ncias, nas Artes e nas Letras torredahistoriaibericaspo M rio Domingues, escritor, editor, publicista, jornalista, historiador, mas sobretudo anarquista, de seu nome completo M rio Jos Domingues, para muitos leitores um ilustre desconhecido.A exuber ncia e pujan a da sua pena foi tal durante a sua vida que a sua obra em muito ultrapassa a de Camilo Castelo Branco, conhecido como o nosso escritor mais prol fico.Da Hist ria ao romance policial, da novela de aventuras fic o hist rica, do jornalismo pol tico tradu o, M rio Domingues merece ser relembrado.


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