Ode Marítima / Maritime Ode

Ode Marítima / Maritime Ode

Fernando Pessoa Richard Zenith Pedro Sousa Pereira / Jan 16, 2021

Ode Mar tima Maritime Ode Sozinho no cais deserto a esta manh de Ver o Olho pr lado da barra olho pr Indefinido Olho e contenta me ver Pequeno negro e claro um paquete entrando Vem muito longe n tido cl ssico sua maneir

  • Title: Ode Marítima / Maritime Ode
  • Author: Fernando Pessoa Richard Zenith Pedro Sousa Pereira
  • ISBN: 9789897241796
  • Page: 187
  • Format: Hardcover
  • Sozinho, no cais deserto, a esta manh de Ver o,Olho pr lado da barra, olho pr Indefinido,Olho e contenta me ver,Pequeno, negro e claro, um paquete entrando.Vem muito longe, n tido, cl ssico sua maneira.Deixa no ar distante atr s de si a orla v do seu fumo.

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      187 Fernando Pessoa Richard Zenith Pedro Sousa Pereira
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      Posted by:Fernando Pessoa Richard Zenith Pedro Sousa Pereira
      Published :2020-03-09T18:35:07+00:00

    About "Fernando Pessoa Richard Zenith Pedro Sousa Pereira"

      • Fernando Pessoa Richard Zenith Pedro Sousa Pereira

        Fernando Ant nio Nogueira Pessoa was a poet and writer.It is sometimes said that the four greatest Portuguese poets of modern times are Fernando Pessoa The statement is possible since Pessoa, whose name means person in Portuguese, had three alter egos who wrote in styles completely different from his own In fact Pessoa wrote under dozens of names, but Alberto Caeiro, Ricardo Reis and lvaro de Campos were their creator claimed full fledged individuals who wrote things that he himself would never or could never write He dubbed them heteronyms rather than pseudonyms, since they were not false names but other names , belonging to distinct literary personalities Not only were their styles different they thought differently, they had different religious and political views, different aesthetic sensibilities, different social temperaments And each produced a large body of poetry lvaro de Campos and Ricardo Reis also signed dozens of pages of prose.The critic Harold Bloom referred to him in the book The Western Canon as the most representative poet of the twentieth century, along with Pablo Neruda.


    767 Comments

    1. Já o tinha lido há uns anos. Hoje por uma simples frase que ouvi veio-me à memória e decidi revisitá-lo. Soube-me melhor desta vez, talvez porque também eu, esteja cada vez mais marítima."Todos os mares, todos os estreitos, todas as baías,todos os golfos,Queria apertá-los ao peito, senti-los bem e morrer!""Chamam por mim as águas,Chamam por mim os mares,Chamam por mim, levantando uma voz""Ah, seja como for, seja por onde for, partir!Largar por aí fora, pelas ondas, pelo perigo, pelo m [...]


    2. "Ah,every quay is a regret made of stone!And when the ship leaves the quayAnd we note suddenly that a space is wideningBetween the quay and the ship,There comes to me,I know not why, a recent anguish,A mist of feelings of sadnessThat shines in the sun of my mossy anguishesLike the first window the morning strikes on,And clings round me like some one else’s remembranceWhich is somehow mysteriously mine."Boxes upon boxes,ndreds upon hundreds; almost meaningless, on that grey day.Maybe for those [...]


    3. Sin duda uno de los mejores y más emblemáticos poemas del siglo XX. Entre los críticos que admiran este poema de 904 versos, se encuentra el norteamericano Harold Bloom, quien, en mi opinión merecidamente, lo incluye en su canon literario del mundo occidental.Conozco dos traducciones al Castellano, la del destacado escritor y traductor mexicano Carlos Montemayor y la realizada por Miguel Ángel Viqueira y publicada, en edición biligüe, en el segundo tomo dedicado a la obra poética de Pess [...]


    4. Um paquete que passa desencadeia na alma do poeta uma roda de sensações e reflexões, que sobem de tom, culminando numa exaltação delirante, doentia e masoquista, para logo se desvanecerem acabando numa imobilidade triste e insatisfeita presa à realidade concreta do real.Na grande aventura marítima e a pirataria incorpora todos os ângulos dessa saga marinheira, Álvaro de Campos funde-se simultaneamente com carrascos e vítimas, com violadores e violados, com assassinos e assassinados, co [...]


    5. A poesia nunca foi o meu forte como me lembro de tr lido Fernando Pessoa por volta dos 15 anos e ter gostado, quando vi esta oferta da conversasdecafe, no BookCrossing, candidatei-me. Gostei bastante do início do livro, fez-me recordar as minhas travessias quase diárias do Tejo, quando vivia na outra banda e estudava em Lisboa. Depois o livro - ou o àlvaro de Campos - passa-se completamente. Decididamente, o bucólico Alberto Caeiro faz mais o meu género!Libertado através do BookCrossing




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